Arquivo do mês: março 2012

Novidades do Centro de Danças Fernanda Simões

Olá pessoal!!!

Esse post é para saber o que vocês acham da nova Ecobag do Centro de Danças Fernanda Simões e nos ajudar a estabeler um preço para elas. Por favor respondam a enquete e aguardem a novidade!!!

 

Bjus

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Aulas de Fevereiro de 2012

E aí pessoal!!!!

Agora uma novidade muito legal do Centro de Danças Fernanda Simões. Todo mês teremos um vídeo com algumas das aulas da academia.

 

E aí, gostou? Que tal vir fazer Dança do Ventre no Centro de Danças Fernanda Simões!!!!

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Yoga Kundaline

Olá pessoal!!!

Hoje eu trago a vocês algumas informações específicas sobre a yoga kundaline que é praticada no Centro de Danças Fernanda Simões e também algumas informções sobre a instrutora.

Rita de Cassia Soares Sousa

Professora de Yoga

Certificação internacional pelo KRI – Kundalini Research Institute -USA

E-mail: yoga.rita@gmail.com

Breve comentário e alguns benefícios da prática de yoga

Yoga vem da raiz sânscrita yug e significa unir. Refere-se à união entre corpo, mente e espírito, que por sua vez se une ao espírito universal.

Na essência, yoga é a união do ser humano com o divino que existe em cada um de nós. O divino é o campo das possibilidades infinitas, é a redescoberta do seu potencial maior.

Cada praticante faz os exercícios respeitando seus limites. Persistência e disciplina são fundamentais, pois os benefícios advêm da prática regular e consciente.

A prática de yoga não só treina técnica física do aluno, mas o ajuda a se tornar uma pessoa melhor e todos os sentidos.

Seguem alguns benefícios da prática no corpo, mente e espírito:

  •  Corpo físico

Fortalece sistema nervoso

Fortalece sistema endócrino

Fortalece o sistema imunológico

Melhora a circulação sanguínea

  •  Mente

Desenvolve maior capacidade de concentração e criatividade.

Melhora o foco e objetividade nas ações.

Amplia o controle mental, estabelecendo uma melhor conexão com realidades mais sutis (pensamentos e emoções).

  •  Espírito

Em Kundalini Yoga o tema é abordado de maneira simples e direta. O espírito não é algo a ser aprimorado. Todos os seres humanos vêm do espírito que é pura inteligência, puro potencial criativo, perfeito e original. O espírito é entendido no Kundalini Yoga por consciência.

Os benefícios da ampliação da consciência são:

– aumento da visão de si mesmo e ampliação de sua capacidade de transformação;

– fortalecimento da sua capacidade de superação de dores antigas e traumas;

– desenvolvimento da compaixão;

– aumento da sua força criativa e da originalidade em você.

 

Tempo de aula

As aulas são desenvolvidas em sessões de 1h30min cada.

 

Programação de cada sessão

– Mantra de abertura da aula

– Exercícios respiratórios (pranayamas)

– Aquecimento

– Kriya (série de exercícios e posturas – asanas – com propósito e objetivos definidos)

– Relaxamento

– Meditação

– Mantra de fechamento da aula

 

Número máximo de participantes por grupo

15

 

Observação:

Não há restrição quanto ao número mínimo de alunos e as aulas podem ser individuais e personalizadas, conforme necessidade se for o caso.

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Tango no Centro de Danças Fernanda Simões

Olá pessoal!!!!

No Centro de Danças Fernanda Simões temos aulas de Tango, vamos saber um pouco mais sobre essa modalidade de dança?

História

O Tango nasceu nos fins do século XIX derivado das misturas entre as formas musicais dos imigrantes italianos e espanhóis, dos crioulos descendentes dos conquistadores espanhóis que já habitavam os pampas e de um tipo de batuque dos negros chamado “Candombe”. Há indícios de influência da “Habanera” cubana e do “Tango Andaluz”. O Tango nasceu como expressão folclórica das populações pobres, oriundas de todas aquelas origens, que se misturavam nos subúrbios da crescente Buenos Aires.

Numa fase inicial era puramente dançante. O povo se encarregava de improvisar letras picantes e bem humoradas para as musicas mais conhecidas, mas não eram, por assim dizer, letras oficiais, feitas especificamente para as músicas nem associadas definitivamente a elas.

Em público, dançavam homens com homens. Naqueles tempos era considerada obscena a dança entre homens e mulheres abraçados, sendo este um dos aspectos do tango que o manteve circunscrito aos bordéis, onde os homens utilizavam os passos que praticavam e criavam entre si nas horas de lazer mais familiar. Mais tarde, o tango se tornou uma dança tipicamente praticada nos bordéis, principalmente depois que a industrialização transformou as áreas dos subúrbios em fábricas transferindo a miséria e os bordéis para o centro da cidade. Nessa fase haviam letras com temática voltada para esses ambientes. São letras francamente obscenas e violentas.


Homens dançando tango, Rosário, 1913.

Por volta de 1910 o Tango foi levado para Paris. Existem várias versões de como isso aconteceu. A sociedade parisiense da época em que as artes viviam o modernismo ansiava por novidades e exotismos. O tango virou uma febre em Paris e, como Paris era o carro chefe cultural de todo o mundo civilizado, logo o tango se espalhou pelo resto do mundo. A parcelas moralistas da sociedade condenavam o tango, assim como já haviam se colocado contra a valsa antes, por o considerarem uma dança imoral. A própria alta sociedade Argentina desprezava o tango, que só passou a ser aceito nos salões de alta classe pela influência indireta de Paris.

Em 1917 começaram a surgir variantes formais do Tango. Uma delas, influenciada pela romança francesa, deu origem ao chamado Tango-canção. Tangos feitos para musicar uma letra. A letra passa a ser parte essencial do tango e conseqüentemente, surgem os cantores de tango. O tango já não é feito exclusivamente para dançar. É considerado o primeiro – ou pelo menos mais marcante nessa transição – Tango-canção o “Mi Noche Triste” com uma letra que Pascoal Contursi compôs, em 1917, sobre uma música mais antiga chamada “Lita”.

Nos cabarés de luxo da década de 1920, o tango sofreu importantes modificações. Os executantes não eram mais os pequenos grupos que atuavam nos bordéis, mas músicos profissionais que trouxeram o uso do piano e mais qualidade técnica e melódica.

Carlos Gardel já era um estrondoso sucesso em 1928. Sucesso que durou até 1935, quando faleceu vítima de um acidente de avião quando estava em pleno auge. Gardel cantava o tango em Paris, Nova York e muitas outras capitais do mundo, sempre atraindo multidões, principalmente quando se apresentava na América latina. Eram multidões dignas de Elvis Presley e Beatles. Também foi responsável pela popularização do tango estrelando filmes musicais de tango produzidos em Hollywood.


Carlos gardel

A década de 1940 é considerada uma das mais felizes e produtivas do tango. Os profissionais que haviam começado nas orquestras dos cabarés de luxo da década de 1920 estavam no auge de seu potencial. Nessa época as letras do tango passaram a ser mais líricas e sentimentais. A antiga temática dos bordéis e cabarés, de violência e obscenidades, era uma mera reminiscência. A fórmula ultra-romântica passa a caracterizar as letras: a chuva, a garoa, o céu, a tristeza do grande amor perdido. Muitos letristas eram poetas de renome e com sólida formação cultural.

A década de 1950 conta com a atuação revolucionária de Astor Piazzolla. Piazzolla rompe com o tradicional trazendo para complementar os recursos clássicos do tango influências de Bach e Stravinsky por uma lado, e por outro lado do Cool Jazz.


Astor Piazzolla

Nessa época o tango passa a ser executado com alto grau de profissionalismo musical, mas no universo popular a década de 1950 vê a invasão do Rock’Roll americano e as danças de salão passam a ser prática apenas de grupos de amantes. Na década de 1960, uma lei de proteção á música nacional Argentina já está revogada, e o tango que era ouvido diariamente nas rádios vai sendo substituídos por outros ritmos estrangeiros, enquanto as gravadoras já não se interessam mais pelo tango. A juventude não só pra de praticar o tango no lazer cotidiano como passa a ridicularizá-lo como coisa fora de moda. Com o desinteresse comercial das gravadoras, poucos grandes tangos foram compostos. Tem sido mais comuns, as releituras de antigos sucessos e reinterpretações modernizadas dos maiores sucessos dos primeiros tempos.

Hoje a crítica Argentina detecta um retorno do tango, cada vez mais freqüente em peças teatrais e cinematográficas. Em 1983 se apresentou em Paris uma inovação relativa aos espetaculosa planejados para o exterior: os casais de profissionais que integravam o elenco provinham da “milonga porteña”. Era quebrada a imagem de bailarino acrobático.


Cena do filme “Tango”, 1998

Hoje em dia muitas pessoas procuram o tango como terapia, atividade física ou porque acham bonito. Fiquei sabendo que tem uma novela que passou ou está passando que fala um pouco sobre isso e por conta dessa novela o programa “Mais Você” exibiu uma reportagem bem interessante sobre Tango, para assistir é só clicar  aqui

Se você gosta dessa modalidade de dança e quer aprender venha para o Centro de Danças Fernanda Simões aqui nós temos  aulas de tango show e tango terapêutico para a Terceira Idade.

As aulas são de segunda-feira às 19:30 e aos sábados as 17:00.

Créditos aqui

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História do Yoga e sua chegada ao Brasil

2.000.000 – A região que hoje é o Paquistão é habitada por hominídeos a dois milhões de anos segundo o Departamento de Arqueologia da Universidade de Sheffield e o arqueólogo Tim Murray em seu livro Time and Archaeology na página 35.

500.000 – Em 1982 em Madhya Pradesh, foram encontrados fósseis de um homo erectus.

75.000 – Em Tamil Nadu foram encontrados fosseis de homens com características anatômicas do homem contemporâneo: homo sapiens.
12000 – Presume-se que começam a ser criados os primeiros assentamentos permanentes na índia.

9000 – Em Madhya Pradesh foram encontrados indícios que confirmam o mais antigo assentamento definitivo.

7500 – Em 1974 foram descobertos sítios arqueológicos do que está sendo considerado os precursores do vale indu. O sítio é chamado de Mehrgarh e fica na região chamada Balochistão no Paquistão.  [Jarrige, C.; J.F. Jarrige, R.H. Meadow e G. Quivron, Relatórios do sítio arqueológico de Mehrgarh, 1975 a 1985; from the Neolithic to the Indus Civilization].

3300 – Começo confirmado do crescimento da civilização do vale do Indu.
o    Escritos antigos
o    Odontologia
o    Comércio com outros povos da Ásia Central, platô iraniano, costa da pérsia, mesopotâmia, etc.
o    Grandes banhos públicos
o    Banheiros dentro das casas, com sistema de esgoto subterrâneo.
o    Água dentro das casas
o    Arquitetura, planejamento urbano e outras tecnologias que os ocidentais só conheceriam muitos séculos depois.

Até onde a arqueologia pode chegar consta que foi nesta civilização que floresceu o Yôga. Em uma tradição matriarcal, sensorial e naturalista. Em uma época muito próxima surge o sámkhya e o tantra.
A mitologia deposita o crédito da criação do Yôga a um bailarino que desenvolveu técnicas para melhorar sua arte. Essas técnicas foram tão eficientes que catapultaram os que as faziam para níveis ampliados de consciência e percepção.

Este bailarino ganhou o título de Natarája, rei dos bailarinos.

Possivelmente nesta época esta tradição tinha outro nome que se perdeu junto com a civilização que ali habitava. Yôga é um termo sânscrito que é uma língua ariana. O Yôga foi sendo passado através do parampara, que literalmente significa um depois do outro e designa o costume da transmissão oral.
Se existiu algum escrito sobre o yôga desta época ele pereceu ou ainda não foi encontrado.

2500 – Começam as invasões arianas
Arqueólogos conseguiram encontrar indícios de vinda de arianos da região de andronovo (hoje Kazaquistão) o que faz sentido, já que se sua origem é a Europa setentrional eles passariam pela atual Rússia vindo para o sul para o Kazaquistão, Afeganistão, Paquistão, Índia.

Não foi encontrada nenhuma representação de cavalos no vale do indu, o que contrasta com a cultura do cavalo, carros de guerra, ritos e vida rural descrita no rigvêda. O que demonstra que a cultura ariana é estrangeira a do vale do indu.
Começa a miscigenção com o povo do vale do indu.

1500 – Últimas vagas da invasão ariana chegam [DeRose, Origens do Yôga antigo pg 60]

O Yôga e as escolas shaktas entram no ostracismo, mantido por poucas pessoas.

1400 – É a data do manuscrito do rigvêda mais antigo encontrado.

1000 – Foi instituído o sistema de castas, para evitar a miscigenação dos povos.

O termo varna literalmente quer dizer cor. Quanto mais branco, maior era a casta. Elas foram divididas em Brahmanes, Kshatryas, vaishnas e sudras. Apesar da medida, isso não impediu que os povos se fundissem e hoje em dia todos na índia tem pele escura. É curioso o fato de que os áryas venceram através da espada e os povos do vale do indo através da genética.

800 – Começam a ser escritas as Upanishads. As upanishads são os comentários dos vêdas. Algumas delas falam sobre yôga, mas somente sobre fragmentos e técnicas esparsas. A maior parte do Yôga ainda é transmitido de forma oral.

563 – Nasce em um principado onde hoje é o Tibbet, Siddharta Gautama que depois viaja pelo norte da índia buscando encontrar a solução para os sofrimentos humanos, aprende yôga, sámkhya e funda sua própria linha de pensamento e fica conhecido como buddha (o iluminado).

500 – Toda a região da Índia está dividida em 16 principados que lutam incansavelmente entre si por território. Começa a era dos maharájas.

410 – Pelas incansáveis lutas internas os principados acabam virando somente quatro.

350 – O mahábhárata é escrito, possivelmente contando a história da luta entre os 16 principados.

340 – O Mahárája Maghada conquista os territórios e os unifica, mas o território ocupado não é o mesmo dos 16 reinos de antes.

326 – Alexandro Magno: Com as eternas lutas internas, não é difícil a um conquistador externo tomar o poder. Alexandre Magno vence o Rei Puru na Batália de Hydaspes, no território que hoje é o Paquistão. O sistema político grego e depois o persa tiveram grande impacto na cultura política hindu.

300 – Yôga Sútra: é escrito o Yôga Sútra por um sábio chamado Pátañjali. Consta que além da filosofia ele também era matemático, gramático e médico. Até então não se tem notícia de um outro sistema completo de yôga. O que havia nas upanishads eram fragmentos de técnicas e fragmentos filosóficos, mas não um sistema completo. Pátañjali formalmente arianizou o yôga assim ele foi incorporado como um dos darshanas do hinduísmo, um dos pontos de vista pelo qual o hinduísmo pode ser vivenciado. Sem Pátañjali, talvez o yôga tivesse sido perdido para sempre. Apesar de ter tirado do berço do yôga a tradição matriarcal e introduzir a tradição patriarcal, Pátañjali fez o que pode pelo yôga da sua época e merece nosso respeito por ter conseguido preservar a tradição dos povos antigos. Até então o Yôga tinha uma história de tradição samkhya-tantra de pelo menos 3000 mil anos. Com a sistematização de Pátanjali, o yôga torna-se de tradição samkhya-brahmachárya o que iria perdurar até os dias de hoje.

275 – Chandragupta unifica vários territórios e avança sobre o terreno persa criando um vasto reino denominado Mayúra. Seu império sobreviveu até 100 anos após a sua morte e só foi perdido pelos seus netos.

100 a 1700 – a Índia passa pelas mãos de 17 Impérios, estrangeiros e nativos. Cada povo impondo seus costumes, língua e tradições. Tudo isso teve impacto sobre o Yôga e a forma como ele era interpretado.

788 – Shankarachárya não tinha ligação direta com o Yôga, mas o influenciou já que ele viajou por toda a índia divulgando a escola adwaita, não dual, de vêdánta. Seu trabalho foi tão intenso que o vêdánta é usado até hoje nas escolas modernas de Yôga. A troca do sistema filosófico do Yôga de sámkhya para o vêdánta marca a mudança de era do Yôga antigo para o Yôga Moderno.

1000 – Matsyêndranatha é considerado um dos oito mahásiddhas é o fundador da escola kaula de tantrismo negro atenuado. Ele faz parte da tradição dos nathas que é um tipo de shivaísmo. Depois da invasão ariana, as escolas shaktas são mantidas através do gupta vidya já que os tântricos foram perseguidos e mortos.

Agora, quase 2000 anos depois, era esperado que não houvesse mais perseguições. A tradição oral dos tantras começa a ser passado para o papel o que faz vários historiadores erroneamente pensarem que o tantra surgiu no séc. XI d.C. Os nathas, foram perseguidos e mortos e o tantra voltou ao gupta vidya. Gorakshanatha, discípulo de Matsyêndra natha codificou o Hatha Yôga a partir do Yôga clássico de Pátañjali. Ele escreveu um livro denominado Hatha Yôga que foi queimado junto com seu autor. Um discípulo de Goraksha natha, muitas décadas depois tentou reescrever de memória o tratado de Hatha Yôga de seu mestre, é claro que depois de várias décadas ele somente lembrou-se de algumas partes que deram origem ao Hatha Yôga Pradipika.

1400 – Com a queda de Constantinopla, o império Otomano fecha a rota através do estreito de bósforo que era usada pelo ocidente para buscar especiarias no oriente. Isso forçou os povos europeus a acharem rotas alternativas ao oriente. Assim os portugueses chegam no final do século XV as Índias através de rotas marítimas que contornam o continente africano e desembarcam em Goa que até pouco tempo atrás era uma região da índia onde se falava português.

1526 – Invasão mongol. Tomou toda a Índia, enfraqueceu perto de 1700 e foi oficialmente extinto em 1857 pela Rebelião Indiana. O império Mongol literalmente patrocinava a cultura hindu. Fez questão de manter as tradições, língua e cultura do povo desde que mantivessem o pagamento de impostos em dia. Foi durante a dinastia mongol que o Tah mahal foi construído em tributo ao amor de um Mahárája a sua esposa.

1617 – O imperador mongol Jahangir permite que a empresa britânica Companhia das Índias faça comércio com o império.

1700 – Cristianização do Yôga, influência da ginástica britânica no yôga.
Através de uma perícia política por parte dos ingleses eles formam alianças com os Mahárájas explorando a ganância deles. Apoio este que depois se tornaria caro quando 51% da Companhia das Índias foi tomado pela coroa britânica.
1757 – A Coroa Britânica através de uma manobra política toma a Companhia das Índias e aproveitando a influência sobre os Mahárájas expande o império britânico para sobre as terras hindus.

1826 – Charles Masson descobre harappa.

1836 – Nasce Ramakrishna que viria a se tornar um dos grandes mestres iluminados da Índia, resgatando a escola dakshinacharatantrika (via seca).

1853 – Alexander Cunningham encontra as ruínas descritas no diário de Masson.

1893 – Vivêkánanda, discípulo de Ramakrishna viaja para o congresso de Religiões em Chicago e apresenta uma visão sem dogmatismo ou proselitismo, dizendo que todas as religiões poderiam coexistir. Antes de ir para Chicago já tinha passado pela China, Japão, Europa, etc. Por onde passou ajudou a fundar a Vedanta Society espalhando o vedânta pelo mundo, assim como fez Shankarachárya. Desta forma a visão que ficou impregnada de yôga era o analisado pela ótica espiritualista do vêdánta.

1924 – Chega ao Brasil a Família Macheville, cujo filho, Léo Costet de Mascheville iria influênciar o yôga no Brasil. Fundou vários grupos e ordens filosóficas pelo Brasil, após a morte do pai, vai para uma pequena estada no Uruguai.

1947 – Índia independente pelas mãos de várias pessoas, o mais lembrado é Gandhi. Criado o Estado Paquistanês que abrange a região do Vale do Indu.

1953 – Léo Costet de Mascheville, agora Sêvánanda Swámi, funda em 19 de novembro o monastério e ashram de sarva yôga Amo-Pax inaugurando oficialmente a história do Yôga no Brasil sob um clima pesadamente monástico e místico.

1960 – Caio Miranda, escreve o primeiro livro sobre yôga em língua portuguesa de toda a comunidade lusôfana. Funda próximo a 20 centros de Yôga e inaugura o yôga como profissão tirando-o do clima monástico de outrora.

1960 – Começa a lecionar Yôga um jovem promissor chamado DeRose.

1962 – Caio Miranda escreve o livro “Hatha yôga a ciência da saúde perfeita” onde ele define Yôga como sendo a filosofia, algo mais profundo e yôga a prática das técnicas. Um conceito errado, mas que acabou por se cristalizar na cultura brasileira.

1964 – Entra a ditadura militar no Brasil, como Caio Miranda era general a sua grafia para o termo yôga é adotada como certa.

1964 – DeRose funda o Instituto Brasileiro de Yôga.

1969 – DeRose escreve seu primeiro livro: Prontuário de Yôga Antigo.

1969 – Ocidentais invadem a Índia querendo comprar um espiritualismo, movidos pelo movimento hippie. Olham e entendem tudo através de seus paradigmas e levam o yôga e várias outras filosofias orientais para os caminhos tortuosos de terapias e utilitarismo mercantilista.

1975 – DeRose viaja pela primeira vez para a Índia confirmando e garimpando os fragmentos que lhe permitiram a sistematização do Yôga praticado a mais de 5000 pelo povo do Vale do Indu. Resgatando uma herança cultural que estava quase extinta. Ao voltar ao Brasil, funda a União Nacional de Yôga com o apoio de vários outros professores.

1994 – Depois de 20 anos de viagens a índia, DeRose funda a Primeira Universidade de Yôga do Brasil.

2000 – A partir deste ano, é instituido em 12 estados brasileiros o Dia do Yôga, no dia 18 de fevereiro, aniversário de Ramakrishna e de DeRose.

Se você se interessou que tal praticar Yoga no Centro de Danças Fernanda Simões?

Fonte aqui

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